Nacional

País terá 11 feriados em dias úteis este ano

Recessos podem ser positivos para cidades turísticas e ruins para comércio, indústria e setor de serviços

E m 1º de janeiro se comemora o Dia Mundial da Paz, ou Confraternização Universal. Por acaso, este ano a data caiu em uma segunda-feira. Porém, este é apenas um dos tantos feriados que teremos este ano e, já para adiantar, muitos serão durante a semana.

Sem contar os feriados municipais, teremos, em 2018, mais dez dias de “descanso” no meio da semana. No dia 13 de fevereiro, terça-feira, acontece o carnaval. No outro dia, 14 do mesmo mês, até as 14h, é Quarta-Feira de Cinzas.

No mês seguinte, março, se comemora a Paixão de Cristo, na sexta-feira, 30. Já em abril, comemora-se Tiradentes, no dia 21, mas desta vez no sábado – mas para quem trabalha neste dia é uma boa notícia, de qualquer forma.

O 1º de maio, quinta-feira, é o escolhido para Dia do Trabalho. Mas vale lembrar que ainda no quinto mês de 2018 haverá outro feriado: Corpus Christi, no dia 31.

 

Intervalo

Depois de maio, só teremos feriado nacional em setembro. No dia 7, sexta-feira, se celebra a Independência do Brasil. Em outubro, no dia 12, temos a comemoração da padroeira do País, Nossa Senhora Aparecida.

Em novembro, são duas datas: dia 2, sexta-feira, Finados; e dia 15, Proclamação da República. Já o Natal, 25 de dezembro, ficou para terça-feira em 2018.

 

Complicações

Recessos podem ser positivos para quem vai viajar, inclusive para municípios turísticos, como cidade de Goiás, Pirenópolis, Caldas Novas e mais. Porém, na balança, a economia, estas paralisações não ajudam.

Economista e professor de Economia da PUC Goiás, Jeferson de Castro Vieira explica que os feriados, em especial no meio da semana, prejudicam o comércio, a indústria e o setor de serviços. Segundo ele, há uma queda significativa, em decorrência da descontinuidade. “É preciso parar a produção e depois continuar. Quebra o volume de vendas e, segundo, o IBGE realmente atrapalha.”

Para ele, o que poderia ser feito para diminuir o impacto (sem acabar com os feriados) seria jogá-los para segunda ou sexta-feira. Conforme o economista, quando antecedem ou precedem o fim de semana, a programação do comércio e da indústria fica mais fácil e a quebra da continuidade é menor. (Francisco Costa) 

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